domingo, 16 de maio de 2010

PostHeaderIcon Retorno das sessões de arte no cinema São Luiz (Recife)

Visão interna do cinema São Luiz (Recife)


Seguindo meu costume de folhear despretensiosamente a página de cultura dos jornais no fim de semana, me deparei com uma ótima notícia: o cinema São Luiz (Recife), recentemente reaberto, voltará a exibir sessões de arte; nas sextas-feiras às 20h e aos sábados às 10h (o horário do sábado é ingrato, sobretudo para os boêmios, mas o horário de sexta casa bem cinema – cerveja =)

O primeiro filme desta retomada será exibido excepcionalmente neste domingo; trata-se da comédia “Meu Tio” (França, 1958), de Jacque Tati. Na pauta para os próximos fins de semana estão “Os incompreendidos” (França, 1959), de François Truffaut (imperdível), “Quanto mais quente melhor” (EUA, 1959), de Bily Wilder, “Morte em Veneza” (Itália, 1971), de Luchino Visconti, “A doce vida” (Itália, 1960), de Federico Fellini (também imperdível), obras (não especificadas) de Ingmar Bergman (podê-las ver no cinema será um êxtase!) e clássicos do cinema nacional, como “O homem do Sputnik” (Brasil, 1959), de Carlos Manga.


Abaixo segue o link da notícia completa:

www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/16/viver4_0.asp


Alberto Bezerra de Abreu

6 comentários:

Aécio Prado Jr disse...

mermão, 10h da manhã ? é pra competir com a sessão do boa vista é ?

bad idea :D

ótimo blog! Eu estava escrevendo sobre o cinema chinês, quando a gripe me pegou, mals aí.

Aécio P.

cleomar gouvêa disse...

Primeiro, sobre o horário, fui no Domingo na sessão das 10h da manhã, muito ruim este horário.

Segundo, Assiti "Meu Tio", filme francês de 1958, que retrata a modernidade e o crescimento industrial na época, assiti para fazer um trabalho da faculdade sobre a arquitetura moderna. O filme é excelente, é uma comédia bem "açucarada" típico da época, enfatizando o processo de modernização em que o mundo passava no início da década de 60. E um garoto que vivia com os pais numa casa de arquitetura moderna e cheia de aparatos tecnológicos, sempre se sentia preso dentro de sua propria casa. Ele adorava o tio demente que em contra ponto com sua irmã (mãe do menino) era pobre que vivia no suburbio.

Recomendo.

Cleomar Gouvêa disse...

te adicionei no meu blog, abraço!

Miradouro Cinematográfico disse...

10h da manhã p/ mim não rola nem sábado nem domingo; já a sessão das 20h na sexta veio a calhar (como disse na postagem), pois encaixa bem com a cerveja pós cinema (sexta é o dia da boêmia por excelência) e nada melhor que discutir um bom filme em mesa de bar (fica aqui a sugestão hehehe).

Nem me interessei por "Meu Tio", mas após o relato de Cleo mudei de idéia. Truffaut e Fellini não pretende perder, bem como Bergman.

ISABELE disse...

Muito bom, porém nem sábado e muito menos domingo dá para mim, enfim a agenda cultural nunca está ao meu favor affff.

Miradouro Cinematográfico disse...

Aécio, não acho que seja para competir com a do Boa Vista e isso por 2 motivos: 1) no São Luiz há sessões na sexta a noite e no sábado pela manhã visando justamente que aqueles que não podem ir num horário possam ir no outro; 2) parece-me que as propostas são diferentes; nunca fui a sessão de arte do Boa Vista mas sei que recentemente estavam exibindo o filme "Educação" (que é recente), ao passo que no São Luiz os filmes previstos são todos antigos (todos da década de 80 para trás se não me engano), o que me fez inclusive inferir tratar-se antes duma sessão de clássicos que de filmes de arte.

Cleo, acabei indo ver "Meu tio" na sessão de sexta da semana seguinte. Gostei. Ri bastante em algumas cenas como a das desastradas pegadas na mesa. Foi interessante saber (lendo sobre o filme depois) que o tio do título é personagem de outros dois filmes do diretor.

Isabele, não é a agenda cultural que não está a seu favor mas vc que não está a favor de agenda cultural nenhuma hahahaha (obs. as sessões - repito - são sexta a noite e sábado de manhã; a exibição no domingo pela manhã foi exceção).

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Miradouro Cinematográfico
Alguém que escreve para viver, mas não vive para escrever; apaixonado pelas artes; misantropo humanista; intenso, efêmero e inconstante; sou aquele que pensa e que sente, que questiona e duvida, que escapa a si mesmo e aos outros. Sou o devir =)
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